Pessoal,
Amanhã haverá reunião executiva do CARL, com as seguintes pautas:
-Deserp, Abem e cia;
-Kit calouro;
-PICAS;
-Verba FAEPA, entre outros.
Lembrando que as reuniões do CARL são abertas a seus membros!
Abraço,
Durante
Presidente do CARL - 2012
Medicina - Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - Universidade de São Paulo
![]() | acordo de adesão - programa ciência sem fronteiras - fmrp-usp.pdf |
![]() | FORMULARIO DE INSCRIÇÃO CAPES CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS - FMRP.doc |
![]() | Of.Circ.Gab-Pró-G-041_11.pdf |
![]() | Edital_CAPES_final_29_set_11.pdf |
![]() | Acordo de Adesão_CAPES_Reitor.pdf |
NOVAS DATAS PARA INSCRIÇÃO
A Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da USP, oferece 900 bolsas para projetos de cultura e extensão em temáticas voltadas aos desafios da realidade intra e extrauniversidade. Para e edições 2012-2013 do Programa Aprender com Cultura e Extensão o calendário de inscrições mudou.
Preste atenção nas novas datas:
Inscrições antecipada no Programa de Apoio à Permanência e Formação Estudantil (PAPFE)/ COSEAS, de 13 de fevereiro a 9 de março de 2012.
acompanhe as datas das próximas etapas de inscrições do programa e mais informações pela página eletrônica http://www.usp.br/ prc
| CFM é contrário a proposta de serviço civil obrigatório |
| Qui, 29 de Setembro de 2011 00:00 |
| “Não nos parece que os problemas de desassistência podem ser resolvidos em um estado democrático de direito com medidas coercitivas”, avaliou Vital. “A relação entre médico e paciente é baseada em confiança. Com o médico sendo obrigado a trabalhar em uma localidade, a relação será estigmatizada por insegurança e suspeição”, acrescentou. Vital ponderou ainda que a assistência em saúde não será garantida com a simples distribuição de profissionais – são necessários, de acordo com ele, estrutura de trabalho e um sistema de referência que dê suporte ao atendimento. “Defendemos uma carreira de Estado e mais recursos para a assistência”, concluiu. A coordenadora-geral de residência em saúde do Ministério da Educação (MEC), Jeanne Marlene Michel, avaliou durante sua exposição na audiência que a ideia de adesão voluntária a programas de interiorização da assistência é mais positiva. “Buscar o interesse do indivíduo, sem pressões coercitivas, nos parece melhor e mais viável”, disse. A representante do MEC acrescentou que o gasto público em saúde é outro elemento essencial para a solução dos problemas de desassistência. “Para fixar o profissional de saúde é necessário oferecer a ele remuneração adequada e condições de trabalho”, avaliou. O secretário de gestão do trabalho e da educação na saúde do Ministério da Saúde, Milton de Arruda Martins, participante da audiência, afirmou que o projeto de lei conta com a simpatia do Ministério da Saúde, mas ponderou que os problemas de carência não serão resolvidos apenas com profissionais recém-formados. Em sua exposição, Martins citou o Programa de Valorização do Profissional de Atenção Básica do Ministério da Saúde, que incentiva médicos, dentistas e enfermeiros a atuarem em regiões carentes – os médicos que aderem ao projeto recebem bônus para ingresso em programas de residência médica. O 1º vice-presidente do CFM manifestou o interesse da instituição de observar a execução do Programa, considerado uma medida temporária e paliativa. André Luiz Costa, diretor de relações institucionais da União Nacional dos Estudantes (UNE), afirmou que embora a UNE considere que o ensino superior brasileiro vive um bom momento, as universidades brasileiras ainda estão distantes dos problemas do país, por isso, o serviço civil obrigatório deveria fazer parte da formação dos profissionais de saúde. “De qualquer modo, essa medida deve ser associada a outras, relacionadas a saneamento e educação, por exemplo”, disse. Foto: Reinaldo Ferrigno / Agência Câmara |